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O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado em 2007 para medir a qualidade de cada escola e de cada rede de ensino. O indicador é calculado com base no desempenho do estudante em avaliações do Inep e em taxas de aprovação. Assim, para que o Ideb de uma escola ou rede cresça é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente a sala de aula.
Para que pais e responsáveis acompanhem o desempenho da escola de seus filhos, basta verificar o Ideb da instituição, que é apresentado numa escala de zero a dez. Da mesma forma, gestores acompanham o trabalho das secretarias municipais e estaduais pela melhoria da educação.
O índice é medido a cada dois anos e o objetivo é que o país, a partir do alcance das metas municipais e estaduais, tenha nota 6 em 2022 – correspondente à qualidade do ensino em países desenvolvidos.

Em 2008, a Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) “Carmine Botta” fez a entrega dos certificados de Menção Honrosa aos estudantes que se destacaram na edição 2007 da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). 
Em todo o Brasil, foram concedidos em 2008, certificados de Menção Honrosa a 30 mil alunos, entre eles estão seis alunos da “Carmine Botta”: Victor Henrique Carvalho, Clara Alcina Guandalini, Beatriz de Oliveira Spigolon, Otávio Augusto Gonçalves, João Gabriel Guimarães e Murilo Augusto de Carvalho. Além da Menção Honrosa, a OBMEP distribuiu 300 medalhas de ouro, 600 medalhas de prata e 2.100 medalhas de bronze para os estudantes com os melhores desempenhos.
A aluna Fernanda Palombo, da EMEB “Carmine Botta”, ganhou a medalha de bronze e uma bolsa de Iniciação Científica Jr. do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). 
A OBMEP é uma promoção do Ministério da Educação e do Ministério da Ciência e Tecnologia, em parceria com o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e com a Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), responsáveis pela Direção Acadêmica.
Ela é dirigida aos alunos de 5ª a 8ª série (6º e 9º ano) do Ensino Fundamental e aos alunos do Ensino Médio das escolas públicas municipais, estaduais e federais, que concorrem a prêmios de acordo com a sua classificação nas provas. Professores, escolas e municípios dos alunos participantes também concorrem a prêmios.

A Olimpíada Brasileira de Astronomia em sua 13ª edição e envolveu alunos de todos os anos; desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o terceiro ano do ensino médio de escolas públicas ou privadas, rurais ou urbanas e contou com a participação em todo o país de 784.390 alunos, 68.481 professores e 9.149 escolas. O evento é organizado pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB) e com Furnas Centrais Elétricas S/A. 

Sendo voluntária a participação dos alunos, a EMEB Carmine Botta teve adesão de quase 100% dos estudantes que já estiveram em outras edições e aprofundaram o tema através de comunidades. “A atividade não é obrigatória, mas conta com quase 100% dos alunos que aderiram ao projeto. Nós os preparamos, e como a Olimpíada já ocorre na escola há alguns anos, os alunos se envolvem por meio de sites de relacionamento, como o Orkut” esclareceu Lilian, professora responsável.

A preparação e parte do conteúdo aplicado na prova são estudadas pelo aluno na disciplina de ciências e parte do material didático é entregue gratuitamente pelos organizadores do evento. 

Veja a lista dos alunos medalhistas do Carmine Botta:

Felipe Gabriel Pereira – 8º série A – medalha de prata
Daniel dos Santos Mariolo – 8º série C – medalha de bronze
Victor Henrique Carvalho – 8º série E – medalha de bronze
Leonardo Samuel Ricioli – 8º série C – medalha de bronze
Leonardo Moreira – 6º série C – medalha de bronze
Cristiano Parra Duarte – 8º série C – medalha de bronze

Alex Shisller da Silva Pinto e Igor da Fonseca receberam o certificado por sua alta pontuação e por representar todos os alunos que participaram da Olimpíada Brasileira de Astronomia.